quarta-feira, 30 de maio de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
Qual é o significado do choro do seu bebê?
Deve ser desesperador e a angustiante chegar da maternidade e descobrir que o choro é o que seu pequeno mais sabe fazer. As dúvidas aparecem: o que ele tem? O que eu faço? Por que não pára de chorar? Ai que medo! Os primeiros dias são difíceis, até porque mãe e bebê estão se conhecendo. Mas a convivência fará você descobrir que o seu bebê chora de diferentes jeitos, que cada choro tem o seu significado e qual a maneira de satisfazer suas necessidades.
A primeira forma de comunicação do bebê com o mundo é o choro, simplesmente porque é a forma mais poderosa e eficaz de conseguir chamar a atenção dos outros para o que está sentindo. O bebê chora não somente porque está com fome ou dor, chora para demonstrar que algo o incomoda. E como decifrar esse choro? Decifrar o choro do bebê é um desafio que mistura intuição, conhecimento e muita percepção da mamãe, principalmente as de primeira viagem. Tranquilidade é essencial, se vc se desesperar com o choro, o bebê sentirá isso e ficará mais tenso. Nada melhor que uma atitude tranquilizadora como pegá-lo no colo ou conversar para acalmar o pequenininho que pode simplesmente querer sentir-se protegido e amado.
Agora, também é difícil generalizar, porque cada bebê reage de um jeito. Não é porque o filho da sua amiga chora de forma estridente quando está com fome que seu filho necessariamente chorará da mesma forma.
Quando o choro começar, você deve pensar em quais são as necessidades do seu bebê. Fome, cólica, estar sujo ou molhado, roupa desconfortável, sono, cansaço, frio ou calor e excesso de estímulo normalmente são as opções mais prováveis do choro. Se todos os aspectos físicos foram verificados, desconforto emocional como falta de atenção e insegurança podem ser os motivos.
Existem dicas para traduzir os tipos de choro. As crianças não são iguais, portanto, o choro varia de um para o outro. Vejam e aprendam, meninas:
Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos somente quando estiver satisfeito.
Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.
Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraquinho e estridente.
Cólica: choro agudo e intenso, normalmente leva a criança a esticar e encolher as perninhas, tremer o queixo e fazer cara de dor.
Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.
Excesso de estímulo ou irritação: é um choro meloso que ocorre ao fim de um dia movimentado.
Sono: criança agitada e com choro nervoso.
Emocional: choro geralmente é acompanhado de soluços, como se o pequeno estivesse meio "engasgado" de raiva ou brabeza.
Elimine cada opção até chegar em uma que acalme seu bebê. Se o choro persistir, o bebê pode estar com febre ou com alguma dor. Não ofereça remédios sem orientação médica. Procure o pediatra do seu filho e com ele descubra o que o pequeno tem.
Dicas
0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.
3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.
6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro.
Aprenderam? Eu acho que entendi tudo direitinho. Na prática vamos ver se eu consigo traduzir esses choros sem chorar mais do que o meu bebê. Buááá...
Fonte: www.guiadobebe.uol.com.br
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Como deve ser o amor de mãe?
O amor de mãe por seu filho deve ser a coisa mais diferente de qualquer outra coisa no mundo. Balzac dizia que "o coração das mães é um abismo no fundo do qual se encontra sempre um perdão". Eu ainda só sei do amor da que sinto pela minha mãe, mas dizem que amamos as nossas mães quase sem o saber e só nos damos conta da profundidade das raízes desse amor, só descobrimos essa força quando temos nosso próprio filho. É amar com um amor incondicional e imenso, e que nada espera em troca. Mas, como nos prepararmos para esse turbilhão de serntimentos intensos e amor desmedido? Afinal, se ser mãe é ficar noites sem dormir, sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo? Ai, não deve ser fácil, hein? Mesmo assim, acredito que ser mãe é algo lindo e sem explicação. Para ser uma boa mãe é necessário saber equilibrar os sentimentos e pensar em como preparar a "cabecinha" da criança para o mundo, principalmente para os desafios da vida. Portanto, pensar no amor como "construção" de um ser, vai ser o meu caminho. Construir os passos do filho que eu vou ter.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Ácido fólico, para quê serve?
A minha gineco Djalva Muiniz passou em janeiro o ácido fólico quando falei que queria liberar para engravidar em abril, e inclusive me deu 4 caixas, comecei a tomar e como teve o "probleminha" do desemprego do meu marido em janeiro tomei apenas uns 10 dias e parei. Mas, como o cenário mudou vou recomeçar a tomar hoje, para já me preparar para a gravidez. Eu tinha muitas dúvidas para que servia e minha médica me explicou que o acido fólico é uma vitamina de extrema importância para a perfeita formação do tubo neural do bebê e ajudar a evitar má formação do feto. A importância de tomar também se dá porque o acido fólico é encontrado em poucos alimentos e pela escassez do mesmo na nossa alimentação é que precisamos tomar em comprimidos. Mas, isso não quer dizer que não precisamos melhorar os hábitos alimentares também, porque o Ácido Fólico, que é uma vitamina do complexo B está presente no espinafre, aspargo, brócolis, vegetais de folhas verde-escuras, fígado, frutas cítricas e gema de ovo.
Toda mulher que deseja ter um filho precisa redobrar a atenção para a sua alimentação e hábitos. Os cuidados com a gravidez devem ser tomados antes mesmo da mulher estar grávida. Um bom planejamento para os próximos nove meses diminui, e muito, as chances de alguma alteração congênita no bebê. O tubo neural é formado logo no primeiro mês da gestação e é o sistema nervoso primitivo do feto. Ele se desenvolverá para a formação do cérebro e da medula espinhal do bebê. Pois bem, sem o ácido fólico o tubo neural pode não se fechar completamente, causando alterações como anencefalia, quando o bebê nasce com uma pequena parte ou mesmo com ausência de cérebro levando a morte poucos dias depois do nascimento, ou espinha bífida, que é a exposição da medula espinhal e que deixa seqüelas de graus variados. Portanto, para me preparar para essa nova fase e previnir futuros problemas, estou tomando os comprimidos de ácido fólico e me alimentando melhor.
domingo, 20 de maio de 2012
Emagrecer antes de engravidar
Quando a mulher decide ter um filho, o obstetra faz uma série de recomendações para a futura grávida, comigo foi exatamente assim. A minha ginecologista e obstetra Djalva Muniz [super recomendo] passou uma bateria de exames de sangue para detectar doenças que podem ser prevenidas por meio de vacinas, como rubéola, até começar a tomar ácido fólico (vitaminas do complexo B, que previnem danos neurológicos no bebê) alguns meses antes e no primeiro trimestre da gestação. Fui em janeiro deste ano a consulta, pois pretendia liberar para engravidar em abril, mas como meu marido ficou desempregado em janeiro adiamos um pouco até nos estabilizarmos financeiramente. O peso, porém, costuma ser assunto para ser discutido depois, já com o bebê a caminho, mas como engordei 15kg em 2 anos [pesava 63kg], além de estar insatisfeita com estética comecei a me preocupar com minha saúde e com a do bebê já que o peso acima pode levar a complicações, e inclusive ao aumento excessivo de peso após a gravidez [vou virar mãe balão, é?]. O peso em excesso da mãe pode causar uma série de problemas na criança e incômodos durante a gravidez, além dos bebês de mulheres que engravidaram gordinhas correm mais risco de sofrer malformações, assim como de se tornarem obesos na vida adulta também. Além disso, as gravidinhas 'cheinhas' tem mais chances de ter diabetes gestacional, hipertensão, pré-eclâmpsia e hemorragia no pós-parto. E outra coisa importante, os casais com sobrepeso (Imc entre 26 e 30) também são afetados: têm uma vez e meia mais possiblidade de ter de esperar por mais tempo. A explicação está no impacto da obesidade sobre os hormônios femininos. Já nos homens, a obesidade também atrapalha a fertilidade. Ela influencia a produção de testosterona, o que pode afetar a vitalidade dos espermatozóides e também o desejo sexual. No meu caso, meu marido não tem problemas com o peso, mas é hipertenso e tem propensão a alteração das taxas de colesterol e triglicerídios, mas inicialmente isso não afetaria em nada para encomendar nosso baby, mas precisa ter cuidado para ele ter saúde, né? Ele fez os seus exames, inclusive o espermograma e está tudo tinindo.
Gestantes com excesso de peso têm maior probabilidade de dar à luz bebês com peso acima da média e essas crianças também correm mais risco de se tornar obesas na primeira infância. A relação entre o ganho de peso gestacional e o sobrepeso da criança pode ser de origem genética ou comportamental, já que as crianças acabam herdando os hábitos alimentares da família. Além disso, a quantidade de peso ganho na gravidez também pode interferir no ambiente uterino, influenciando o crescimento fetal, o que reforça a tese de que certos tipos de doenças na vida adulta são “programadas” durante a gestação. Ainda que as conclusões sejam baseadas na quantidade de quilos ganhos na gravidez, não há como fugir: o “resultado final” (peso da mãe e do bebê) está diretamente relacionado ao peso da mulher ao engravidar.
Assim como eu, todas as mulheres tem de prestar atenção aos quilos ganhos durante a gravidez, mas quem já estiver com alguns extras antes mesmo de engravidar vai ter de se controlar mais. Li em algumas matérias que não há consenso entre os obstetras sobre quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação; as tabelas seguidas por eles tem indicações variadas. Alguns recomendam entre 9 e 11 quilos, outros de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que o ideal é engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. E não é só a quantidade de quilos ganhos que conta, mas a saúde, a idade e os hábitos alimentares da gestante, seja qual for a tabela que o obstetra vai seguir, todas levam em conta o estado nutricional da grávida e seu IMC ao engravidar, entendem? O que significa que, quanto mais alto esse índice, menos ela deve engordar. Então, melhor perder peso para não correr riscos com a sua saúde, do bebê e também para não embarangar de vez depois da gestação.
Por maior que seja a satisfação em estar grávida, sei que vou me sentir o máximo nessa fase, nem todas as mulheres se sentem bonitas nesse período por causa do inchaço. No rosto, por exemplo, aumenta o tamanho do nariz que vira uma ' batatinha'; Nos pés, dificulta o uso de sapatos e, nas mãos, o de anéis a partir do quinto mês. Não há como evitá-los totalmente, mas estar em forma, com certeza, facilita! Eu vivo inchada normalmente, tenho uma retenção hídrica muito forte principalmente no período pré e durante a menstruação. Estou ferrada na gravidez, é fato que vou virar o 'professor aloprado' de tão inchada, mas existem artifícios para minimizar esses efeitos, como beber bastante água, drenagem linfática e exercícios de pouco impacto como hidroginástica e caminhadas leves. Inclusive, o excesso de peso também potencializa alguns desconfortos comuns na gravidez, como dificuldade para respirar [sou asmática] e andar, isso porque há um maior esforço cardiovascular para suportar os quilos a mais. O peso da barriga também causa dores nas costas e nas pernas, aumentando a sensação de cansaço, claro.
Fica claro que a boa forma antes da gravidez ajuda em manter a saúde e boa forma durante e depois da gestação. Estamos no fim de junho e eu estou de dieta de reeducação alimentar, estou comendo menos e estou me reabilitando de uma torção no tornozelo para começar a correr, já que academia e eu nos repelimos. Estou na expectativa de engravidar nos próximos meses, por isso fechei a boca para pelo menos chegar aos 70kg, 8 kg a menos, mas mesmo assim ainda vou estar acima do peso, mas pelo menos estarei saudável para 'conceber um amor'.
Fica claro que a boa forma antes da gravidez ajuda em manter a saúde e boa forma durante e depois da gestação. Estamos no fim de junho e eu estou de dieta de reeducação alimentar, estou comendo menos e estou me reabilitando de uma torção no tornozelo para começar a correr, já que academia e eu nos repelimos. Estou na expectativa de engravidar nos próximos meses, por isso fechei a boca para pelo menos chegar aos 70kg, 8 kg a menos, mas mesmo assim ainda vou estar acima do peso, mas pelo menos estarei saudável para 'conceber um amor'.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Como tudo começou...
Vou contar um pouco da nossa história e os motivos de fazer esse blog. Bom, fui morar com meu marido a 1 ano e 2 meses, casada a 7 meses e vou fazer 2 anos que conheci o dito cujo mês que vem. Difícil de entender? Pois é, tudo muito recente e tórrido. Sim, mas vamos para as coisas mais comuns. Moro em Recife, tenho 32 anos, sou Relações Públicas, ganho pouco e sonho ser mãe desde criança. Apesar do sonho, comum para a maioria da mulheres, sempre tive consciência que o velho clichê de que " filho é para sempre" é a pura verdade, por isso o medo de ser mãe sem condições de manter e principalmente maturidade para educar, sempre me assombraram. Sou filha de pais separados e desde os 3 anos convivi com uma mãe batalhadora, que criou duas filhas sozinha sem a presença masculina, e por causa dessa vivência difícil na minha cabeça para ser mãe eu precisava ter um pai para o meu filho, no sentido literal da palavra, e mais do que isso ter uma família. O desejo da maternidade passou anos guardado em alguma gaveta da minha memória até que chegou ele, que compartilha do mesmo desejo e sonha em ser pai. E além de tudo, nos amamos e pensamos em construir uma família juntos, estruturada e sólida. Queremos ter um filho. Sim, mas e agora? Falta grana, falta estrutura, falta tantas coisas...
...mas, o sonho está aqui, latente, e chegou a hora de realizá-lo. Decidimos, vamos organizando a nossa vida junto com o nosso filho [ou filha] e seja o que Deus quiser.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
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